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segunda-feira, junho 12, 2006

Três* perdidos num carro sujo

Minha segunda passagem em BH confirmou o que eu já havia concluído na primeira:

- Mineiro é um povo educadíssimo, simpatissíssimo e (não é lenda:) calmíssimo. Isso tudo junto resulta no seguinte: eles não conseguem dar uma informação direta, objetiva. Têm que falar alguma coisa sobre sua vida, sua história, as coisas nas quais ele acredita, etc e tals. E tudo é "logo ali". Se bobear, até Tóquio.
- BH é uma cidade muito limpinha, com ruas muito, mas muito grandes, onde você é super bem atendido em qualquer estabelecimento (mesmo que esteja com havaianas encardidas, calça de pijama, casaco pra frio polar e cabelo ensebado amarrado em nome de Jesus - sim, essa sou eu).
- A população desta cidade deve estar crescendo assustadoramente, porque "retorno" é uma coisa raríssima, de modo que a pessoas acabam desistindo e ficando por lá mesmo.
- O sotaque é a coisa mais fofa do mundo, mas a tradição do pão-de-queijo é uma farsa (pronto, falei. Tô até mais leve).

*Três = Râma + Dani + Eu. E o carro é o Delúbio, lógico. Mais conhecido atualmente como "tartaruga ninja".

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Implicante

Dia dos namorados. Tipo, assim, dane-se. Não tô no clima, apesar de ter o namorado (chega a ser bizarro, não estar sozinha nessa data). Tô olhando pra parede vazia com vontade de olhar pra parede vazia, e depois (poder) dormir. Nada parece estar errado, mas se tudo está certo, então o mundo está muito errado. Ou eu tô muito errada. Mas trabalho, tem. Muito. E cansaço, tem. Muito. Que cresce com o trabalho. Muito. Aliás, tem muita coisa que é muito, mas o que deveria ser, não é. E eu não consigo parar de dizer “hein?” o tempo todo, mas não quero ouvir nem o meu éco, que dirá a resposta. Meu corpo precisa de “férias conjugais” da minha alma. Que poético. Eu disse poético? Queria dizer BOOOOORIIIINNNNNGGGG.
Chiado às 12:11 PM